terça-feira, 31 de maio de 2016

"O artista que pintou um cavalo azul", by Martim...

Desta vez o reconto da história foi feito pelo Martim P. que preparou em casa com a ajuda do pai e da mãe um suporte... a televisão... para lhe ajudar a recontar a história, que tinha escolhido "O artista que pintou um cavalo azul" e lá consegui com sucesso e orgulho contar a história...





Todos os meninos aplaudiram, e claro que ele ficou muito feliz!!!
Obrigada famíla... mais uma participação fantástica!!!

O jogo, e as diferentes formas de brincar....

"O jardim-de-infância é um contexto ideal para o jogo, a imaginação e a criatividade,actividades que são mesmo importantes quando as crianças estão para dar um passo em frente. O jogo, escreve Vigotsky,
é o método próprio da aprendizagem das crianças: “o jogo cria uma zona de desenvolvimento próximo para a criança... no jogo é como se estivesse uma cabeça acima da sua.” Muitas vezes basta dar espaço
ao jogo das crianças para que elas próprias inventem diferentes formas de brincar. 
Há vários elementos que podem ser incluídos no jogo das crianças para as ajudar a dar um passo em frente. Um é a visualização de um objecto que não existe. Uma cadeira pode transformar-se num barco.
Essa capacidade de visualização – dando significado a um objecto – é um aspecto importante para o desenvolvimento do pensamento abstracto, por outras palavras, para encontrar uma nova orientação
de pensamento. O jogo faz naturalmente parte do jardim-de-infância e as crianças têm muitas oportunidades para descobrir novas orientações de pensamento."

Leif Strandberg, Redescobrir Vigotsky - destacável noesis,77
















Foi o que experimentámos fazer usando objetos do quotidiano e dar-lhe outras utilizações... claro que para uns meninos foi mais fácil do que outros... mas... quanto mais tiverem a possibilidade de desenvolver a imaginação,  as possibilidades de se abstrairem da sua forma/significado, vão potenciar a sua capacidade de abstração e ao apoiar o desenvolvimento das crianças, tanto estas como os adultos se podem  divertir....


quinta-feira, 19 de maio de 2016

O teatro também é uma arte...

 A expressão dramática é muito vivida na nossa sala quer pela dramatização de histórias quer pelos jogos dramáticos que vamos efetuando...mas uma coisa são os nossos teatros, outra coisa são os teatros "à séria"
Aproveitando o facto de querem fazer o teatro "O Cuquedo" para apresentar na festa das mães, combinámos uma visita ao Teatro da Cerca de S.Bernardo, que é mesmo ali ao lado; são os nossos vizinhos preferidos...
Queríamos saber como se faz um teatro "à séria"... depois de fazer o nosso teatro... defenimos os passos que demos para o realizar e elaboramos as perguntas que queríamos fazer aos actores... e lá fomos nós no dia combinado com o Pedro...
Quem nos recebeu foi a actriz Maria João, que nos conduziu pelo Teatro e nos mostrou os "sitios escondidos" e aqueles que já conhecíamos...















quando chegamos à sala de espetáculos, sentamo-nos com a Maria João e conversamos sobre as questões que tínhamos... mas algumas delas foram sendo respondidas à medida que a visita decorria!!!




Depois, também ilustramos  o texto onde defenimos os passos que destacamos para fazer os nossos teatros...
A Maria João disse que estamos a fazer muito bem!!! Quase igual!!!



O teatro também é uma arte... a arte de contar história de forma diferente... ;)
Obrigada Maria João e Pedro Rodrigues, pela vossa generosidade e entrega!!!
Os meninos ficaram deliciados com os sítios escondidos e poque também conheceram a Ana Rosa!!!

As tecelagens...e os projetos individuais...

Para decorar o fantocheiro e fazer o reconto da história "Leonardo o monstro terrível" o Pedro usou uma coleção de monstros feitos em casa por ele... esses monstros eram deliciosos, eu sugeri que podia transpôr para uma tecelagem  e que depois lhe explicava como se fazia... essa ideia ficou suspensa por bastante tempo ...
Até que um dia voltámos a falar sobre o assunto e combinamos experimentar... passamos o desenho com um papel químico e depois foi aprender a usar a agulha (sem pontas) e por aí fora... dar nó na linha... experimentar "rematar" que é prender a linha atrás da juta... enfim quantas aprendizagens inerentes a esta atividade, mas o contágio foi grande e depressa se estendeu ao grupo, hoje é vê los a "tecelar" como um deles me disse no outro dia...
-Vou tecelar, está bem!!!











para alguns meninos tem efeitos terapêuticos... acalma o stress!!!
E as suas obras estão maravilhosas!!!